PAULO RAPOSO | HAPPY AS A CLAM

Happy as a Clam

Esta instalação sonora parte de um fenómeno recente – a apanha ilegal da amêijoa que ocorre no Barreiro, cidade industrial situada mesmo ao lado de Lisboa. Quando a maré está vazia a praia enche-se de pescadores, mergulhadores, curiosos e diletantes, por vezes famílias inteiras, que encetam um jogo intenso entre mediação e autoridade. Através de uma difusão multicanal do som dos múltiplos ancinhos que remexem e apanham os bivalves procura-se encontrar a dimensão cíclica entre maré cheia e maré vazia, entre o carácter imersivo do rio e a sua reactivação e apropriação como espaço público. Esta instalação utiliza material sonoro realizado no decurso do projecto Sons do Arco Ribeirinho Sul.

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Paulo Raposo

Paulo Raposo é artista sonoro, programador, editor, investigador em múltiplas dimensões do campo sonoro desde a performance à composição e instalação. A sua abordagem envolve captura e manipulação de gravações de campo com software desenvolvido e construído pelo próprio. Os seus projectos foram apresentados na Europa, Estados Unidos e Israel, por exemplo na Fundação de Serralves, Centro de Arte Moderna, MACBA (Barcelona), CAC (Lituânia) Podewil (Berlim), ICMC – a solo ou em colaboração com artistas como Marc Behrens, Zbigniew Karkowski, Carlos Santos, John Grzinich, Gintas K, entre muitos outros.

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